Vacaria, 22/08/2019

21/08/2019 “Milho: Cotações fecham a 4ªfeira com ganhos em Chicago na espera de novos números do USDA”

A quarta-feira (21) termina com pequenos ganhos para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas entre 1,25 e 3,00 pontos.

O vencimento setembro/19 foi cotado à US$ 3,62 com alta de 3 pontos, o dezembro/19 valeu US$ 3,70 com elevação de 1,50 pontos, o março/20 foi negociado por US$ 3,82 com ganho de 1,25 pontos e o maio/20 teve valor de US$ 3,90 com valorização de 1,50 pontos.

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,84% para o setembro/19, 0,54% no dezembro/19, 0,26% para o março/20 e 0,52% para o maio/19.

Segundo informações do Farm Futures, os preços do milho subiram moderadamente na quarta-feira em algumas compras e com alguns comerciantes otimistas para uma rodada saudável de dados de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira.

“Antes do relatório de exportação da manhã de quinta-feira do USDA, os analistas esperam que a agência mostre vendas de milho entre 9,8 e 39,4 milhões de bushels (entre 248.920 e 1 milhão de toneladas) para a semana encerrada em 15 de agosto”, aponta o analista de grãos Ben Potter.

Apesar disso, a Agência Reuters destaca que “os ganhos no mercado de milho são limitados, com a pressão dos resultados do estado da safra agrícola que mostraram um potencial de produção de milho em Nebraska superior à média de três anos. As estimativas de rendimento da excursão para Indiana estavam abaixo da média, como esperado”.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas valorizações em nenhuma localidade.

Já as desvalorizações foram percebidas apenas nas praças de Campinas/SP (1,37% e preço de R$ 35,95), Castro/PR (1,43% e preço de R$ 34,50), Sorriso/MT disponível (2,27% e preço de R$ 21,50) e Sorriso/MT balcão (5,26% e preço de R$ 18,00).

A XP Investimentos aponta que o mercado físico de milho segue em baixa. “A amostra da XP Investimentos atinge o menor preço dos últimos 3 meses (R$35,24 em 22/5) e, agora, tem média de R$ 35,44/sc, com recuo de R$ 0,08/dia. Os compradores recuaram seus “bid’s” no mercado interno e vão puxando vendedores. Estes passaram a ceder e entregar milho diferido observando as quedas significativas em Chicago”.

“Indiretamente, a queda das referências lá fora pressiona as referências nos portos brasileiros que, até então, eram os “melhores” pagadores para o produto. Nem mesmo a valorização do Dólar frente as moedas concorrentes nos últimos dias estão sendo suficientes para equilibrar as contas e a paridade no porto. Desde segunda-feira (19), as indicações de porto para agosto estão R$ 36,00/sc. Não é incomum, porém, o interesse de muitas tradings em recuar os prêmios de originação. Boa parte delas, vão trabalhando para receber as cargas acordadas anteriormente”, dizem os analistas.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

21/08/2019 “Dólar se mantém em queda ante real após ata do Fed”

O dólar mantinha queda ante o real nesta quarta-feira, operando perto das mínimas do dia, com investidores digerindo a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, num dia de fraqueza da moeda contra outras divisas emergentes.

Às 15h36, o dólar à vista caía 0,66%, a 4,0244 reais na venda. O dólar futuro cedia 0,73%, a 4,0270 reais.

O real tinha o terceiro melhor desempenho numa lista de 33 pares do dólar, atrás apenas do rand sul-africano e do peso colombiano. De forma geral, as moedas emergentes se valorizavam, num dia de apetite por risco também nos mercados de ações.

Na ata de sua última reunião de política monetária, na qual cortou os juros em 25 pontos-base, os membros do Fomc, do Fed (banco central dos EUA), debateram cortar os juros de forma mais agressiva, mas se mantiveram unidos na intenção de evitar sinalizações de mais cortes de juros.

O dólar ganhou força nas últimas semanas no Brasil e no mundo, entre outros fatores, pela perspectiva de que o banco central norte-americano poderia não afrouxar a política monetária de forma não tão intensa quando a esperada pelos investidores.

Em meio à alta da moeda no plano local, o Banco Central anunciou recentemente mudanças na forma de intervir no mercado de câmbio. Nesta quarta, a autoridade monetária realizou venda direta de dólar à vista no mercado pela primeira vez em uma década.

Foram vendidos 200 milhões de dólares em moeda física, 4 mil contratos de swap cambial reverso e 7 mil contratos de swap tradicional.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

21/08/2019 “Dólar recua contra o real de olho em Fed e após início de nova atuação do BC”

O dólar se desvalorizava frente ao real nesta quarta-feira, com agentes do mercado de olho nas sinalizações do Federal Reserve sobre o futuro da taxa de juros dos Estados Unidos, em dia marcado pelo início dos leilões simultâneos de venda de dólar à vista e de contratos de swap cambial reverso pelo Banco Central.

Às 10:46, o dólar recuava 0,63%, a 4,0261 reais na venda

Na véspera, o dólar caiu 0,40%, a 4,0516 reais na venda.

Neste pregão, o dólar futuro tinha perdas de 0,7%.

Além da divulgação da ata da última reunião de política monetária do Fed mais tarde nesta quarta-feira, as atenções se voltam também para o discurso do chairman do Fed, Jerome Powell, no simpósio anual de Jackson Hole na sexta-feira, onde várias autoridades se reunirão para discutir as questões atuais da economia mundial.

“Não é esperado que a ata do Fed dê muitas dicas sobre o que está por vir. Toda expectativa está em torno da fala do Powell, no entanto, é preciso atenção aos detalhes que a ata pode vir a evidenciar”, disse o operador de câmbio da Advanced Corretora Alessandro Faganello.

Na cena doméstica, o BC vendeu 200 milhões de dólares em moeda física nesta quarta-feira, na primeira injeção direta de liquidez no mercado de câmbio spot em mais de uma década. A autoridade monetária negociou ainda quatro mil contratos de swap cambial reverso — nos quais assume posição comprada em dólar.

Segundo Faganello, o mercado ainda está se posicionando para entender melhor a atuação do BC e a queda tímida reflete um sentimento de cautela.

“Ninguém quer assumir muita posição em dólar e acabar tomando prejuízo lá na frente.”

A venda de dólares à vista foi anunciada na semana passada, conforme o dólar disparava em meio à escassez de liquidez no mercado spot, o que se refletiu em fortes altas nas taxas de cupom cambial –juro em dólar.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

21/08/2019 “Milho: quarta-feira começa com leves altas na Bolsa de Chicago”

A quarta-feira (21) começa com leves altas nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 1,00 e 1,50 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/19 era cotado à US$ 3,61 com alta de 1,50 pontos, o dezembro/19 valia US$ 3,69 com elevação de 1,00 ponto, o março/20 era negociado por US$ 3,82 com valorização de 1,00 ponto e o maio/20 tinha valor de US$ 3,90 com ganho de 1,50 pontos.

Segundo informações da Successful Farming, o milho foi modestamente mais alto no comércio da madrugada, já que os indicativos de safra pelo meio-oeste americano indicam colheitas piores do que o esperado.

“Em Indiana, os que participaram do Pro Farmer Crop Tour disseram que esperavam rendimentos de cerca de 161,5 bushels por acre (168,94 sacas por hectare), o que segue as previsões de Ohio para cerca de 154,4 bushels por acre (161,51 sacas por hectare). Estas estão abaixo das previsões do Departamento de Agricultura dos EUA para 166 e 160 bushels por acre (entre 173 e 167 sacas por hectare), respectivamente. Enquanto isso, os rendimentos do milho de Nebraska foram estimados em cerca de 172,5 bushels por acre (180 sacas por hectare), o que ainda está abaixo da projeção do USDA para 186 bushels por acre (194 sacas por hectare)”, aponta o analista de grãos Tony Dreibus.

Fonte: Notícias Agrícolas